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imprensa

07/04/2010

Eduardo Hoffmann chama atenção para problemas na área da Saúde

A saúde foi tema do pronunciamento de Eduardo Hoffmann durante a sessão legislativa de terça-feira, 6. Na oportunidade, o parlamentar falou sobre a carga horária dos médicos de 40 horas semanais, pendências em relação à classe dos dentistas, dificuldades enfrentadas por postos de saúde, e a não distribuição de determinados medicamentos, entre outras questões.

Hoffmann ressaltou que mesmo os médicos que passaram no concurso não têm a vontade de cumprir 40 horas semanais. “É preciso sensibilidade por parte do Governo. Porque não estabelecer 20 horas semanais? No caso do posto do bairro Guarani, por exemplo, antes o médico atendia 20 pessoas por dia no período da manhã. Hoje atende quatro pessoas de manhã e quatro pessoas à tarde, sendo que um dia é destinado às gestantes e outro às visitas domiciliares. Portanto, há pontos que precisam ser revistos”, sugeriu o vereador, lembrando ainda que não recebeu sequer uma satisfação quanto ao pedido de instalação de um banco de leite na cidade.

Duda apresentou também requerimento no sentido de que seja garantida a devida acessibilidade aos cadeirantes junto ao Posto de Saúde Central.

Em aparte, Roberto Prudêncio reiterou as colocações de Duda e salientou que uma atitude mais enérgica e prática deve ser tomada. “Sugiro que façamos uma visita aos postos para checar de perto a situação e conversar com os médicos e pacientes”.

Celso da Silva considerou que a gestão da saúde pública é extremamente complexa porque cada caso é um caso. “Em relação a carga horária, existe uma dificuldade enorme porque o trabalho médico é um trabalho diferenciado do trabalho comum. Uma solução talvez seria a contratação de dois profissionais com quatro horas cada para os postos. Outra questão é que o medicamento realmente é um direito do cidadão, independente de ele estar em lista de remédios gratuitos ou não”, declarou.

Valmir Ludvig disse discordar democraticamente de alguns pontos. “Se um médico vai trabalhar quatro horas no serviço público e depois vai continuar trabalhando em outro local ele também vai se cansar. Não adianta fazer concurso e não cumprir o que está previsto”, opinou.

Ainda durante sua manifestação, Eduardo Hoffmann falou da questão do reenquadramento dos aposentados na lei sobre o funcionalismo público que foi aprovada no ano passado. “Tenho certeza que o Município irá rever a situação dos inativos e reconhecer tudo o que já fizeram pela cidade. Jamais vamos nos furtar de buscar essa satisfação que todos vocês anseiam. Nesse sentido, eu e o vereador Alessandro Simas pedimos uma alteração no artigo 71 do projeto que passou por aqui no ano passado e esperamos que o Executivo acate nossa solicitação”, disse Duda aos inativos que acompanhavam a sessão.

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