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imprensa

07/04/2010

Alessandro Simas sugere envio de Moção ao Corpo de Bombeiros e à PM

Ao manifestar-se na sessão ordinária de terça-feira, 6, Alessandro Simas descreveu um episódio ocorrido na noite do dia 26 de março, onde um homem caiu com seu carro no rio Itajaí Mirim e foi salvo graças à dedicação de dois socorristas do Corpo de Bombeiros e de um policial militar. Diante do ocorrido, o vereador destacou a bravura e o desprendimento dos soldados Carneiro, Camilo e da Silva, em arriscar a própria vida para salvar a vida do próximo.

Nesse sentido, o vereador propôs o envio de Moção de Congratulações ao Corpo de Bombeiros, extensiva aos soldados Carneiro e da Silva, e à Polícia Militar extensiva ao soldado Camilo.

Outra solicitação de Simas foi em relação a um projeto que tramita na Câmara dos Deputados, de autoria do deputado federal Luiz Carlos Vieira, do PR de Santa Catarina. “O documento prevê normas de segurança para manutenção dos parques infantis e é de suma importância para todas as crianças do país. Já existe uma norma que regulamenta tanto os parques públicos como os privados no Brasil, que seria a NBR-14350. Ela determina que os parques devem estar em perfeito estado, porém não é essa a realidade que presenciamos no dia a dia”, observou o legislador.

Simas citou ainda que “o projeto estabelece que os parques sejam vistoriados anualmente por um engenheiro legalmente habilitado, assim como prevê sanções, punições àqueles responsáveis por manter esses locais em perfeito estado de conservação, o que não acontece normalmente. Portanto, apresento requerimento a fim de que esta Casa se manifeste favorável à aprovação do documento, em trâmite na Câmara Federal”, pediu o vereador.

O vencimento da classe dos policiais militares também foi comentado por Simas. “Gostaria de falar sobre uma situação que nos pegou de surpresa, em relação ao salário dos policiais. Estamos acompanhando essa questão e vamos exigir o cumprimento daquilo que determina a Legislação”, frisou o parlamentar, citando que os praças que atuam nas ruas receberam um abono de R$ 250, enquanto que os oficiais que ocupam cargos mais altos, foram agraciados com um abono de R$ 2000.

“É uma tremenda injustiça. É inadmissível que as pessoas que estão na rua trabalhando tenham tratamento diferenciado dos oficiais. O salário do coronel não pode ser quatro vezes maior que o salário do policial que está na rua e vamos acompanhar as decisões da Assembleia e do Governo nesse sentido, a fim de garantir o que é justo”, salientou.

 

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