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imprensa

31/03/2010

Valmir Ludvig faz considerações sobre concurso público, papel do vereador e trânsito

Ao manifestar-se na Tribuna em meio a sessão legislativa de terça-feira, 30, Valmir Ludvig primeiramente agradeceu a participação popular na 2ª Felicitá e anunciou que no próximo ano a festa será realizada duas semanas antes da Páscoa. Em seguida, o parlamentar fez esclarecimentos sobre o Concurso Público. “Nesses dias uma pessoa me disse que estava chateada com o Governo porque este fez um concurso público e ela achava que deveria ter participado só pessoas de Brusque. Então, quero dizer a quem ainda tem dúvida, que um concurso público quando é aberto, ele é voltado a qualquer pessoa de qualquer município e em outras cidades também é assim. Quero deixar claro que isso não é um desejo da prefeitura, do prefeito ou da Câmara. Essa prática é baseada na lei de concurso”, especificou.

Outro assunto comentado por Ludvig foi em relação ao papel do vereador. “Muitas pessoas cobram onde está o vereador da rua, mas quero salientar que somos vereadores do Município e não de rua, de bairro ou região. É preciso distinguir qual o papel do Executivo e qual o papel do Legislativo. Quando alguém vem aqui me procurar para pedir remédio ou procurar, por exemplo, um trabalho, eu oriento a pessoa, pois ela precisa de cidadania. Eu indico para a pessoa quem é o secretário, onde fica a secretaria e onde ela pode procurar ajuda. E acho que deveríamos fazer esse esforço sempre, de deixar claro para a pessoa qual o papel do Executivo e do Legislativo. Temos que atender bem as pessoas, mas ao mesmo tempo indicar o caminho da cidadania”, ressaltou.

Por fim, Valmir falou sobre a mudança do trânsito que irá ocorrer a partir do dia 21 de abril. “Gostaria que todos ajudassem a propagar essas alterações e a necessidade de atenção redobrada pelo menos no início. Entendo também que a coisa mais complicada da gente mudar não é o trânsito e sim a cabeça das pessoas. Mas insisto para que tenhamos sensibilidade e cuidado. Que olhemos a cidade como um todo e não só observemos as distâncias a mais que precisaremos percorrer, por exemplo. Sei que há controversas e pontos de vista diferentes, mas peço que a gente não perca o sentido do bem comum e o objetivo maior de melhorar a nossa cidade”, enfatizou.

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