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SESSÃO ORDINÁRIA: 07/02 - 17H

imprensa

16/12/2022

Pronunciamento

“Se um dia eu tiver que sentar com a esquerda, prefiro me retirar da política”, diz Nik Imhof

Destaque

Durante a sessão ordinária desta quinta-feira, 15 de dezembro, o vereador Nik Imhof (MDB) garantiu não ter impulsionado “fake news” contra parlamentares que apoiam a candidatura de André Vechi (DC) à presidência da Câmara Municipal para o biênio 2023-2024. A declaração foi uma resposta a um áudio que circula em grupos de WhatsApp e é atribuído ao vice-presidente do Poder Legislativo, André Batisti, o Deco (PL). Na gravação, Imhof e os vereadores Jean Pirola (PP) e Alessandro Simas (PP) são acusados de impulsionar notícias falsas para influenciar mudanças de voto (o outro candidato a presidente, a princípio, é Pirola).

“Se decidiram fazer uma aliança com o PT para ganhar a presidência da casa, isso não é problema meu, não fui eu que dei fake news. A imagem está clara”, disse o emedebista, para depois exibir nos telões do plenário a notícia de que nove parlamentares - entre os quais Marlina Oliveira (PT) - teriam se articulado em torno da eleição de Vechi. Publicada em primeira mão pelo portal Olhar do Vale, a matéria estava acompanhada de uma foto em que a petista aparecia acompanhada dos demais apoiadores do democrata cristão.

“Está ali o André Vechi abraçado com a Marlina. Se ela vai ser vice-presidente, se vai ser da mesa diretora, se vai ser presidente de alguma comissão, eu não sei. Não tenho nada contra a vereadora Marlina, mas com o PT eu não sento, nunca sentei e não vou sentar”, ressaltou o edil. “Se o vereador André Vechi, em troca do poder, por ambição, quer fazer acordo com o PT, o problema é dele. Não partiu de mim, isso é notícia deles”.

Para Imhof, a coalizão em torno da eleição de Vechi é o que explicaria a aprovação de duas emendas de Marlina ao projeto da lei orçamentária anual de 2023, com o voto favorável da vereadora e os de Deco, Vechi, Deivis da Silva, o Deivis Junior (MDB), Cassiano Tavares, o Cacá (Podemos), Jean Dalmolin (Republicanos), Ricardo Gianesini, o Rick Zanata (Patriota) e Jocimar Santos (DC). “Pra mostrar que estavam fechados com o PT”, deduziu. “Tudo bem, mas eu não concordo com isso. Se um dia eu tiver que sentar com a esquerda pra negociar, prefiro me retirar da política”.

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