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04/11/2022

Explicações Pessoais

​“Finalmente, haverá um tempo de esperança”, declara Marlina sobre a eleição de Lula à presidência

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Para a a vereadora Marlina Oliveira Schiessl (PT), a eleição de Lula (PT) à presidência, para seu terceiro mandato, representa o anseio social por um novo projeto de governo: “Um projeto que tenha vagas em creches, emprego, renda, onde a trabalhadora e o trabalhador possam ter universidade pública para os seus filhos, poder real de compra e respeito para viver a sua diferença e a sua diversidade sobre todas as formas, afinal, o primeiro mandamento ainda é o amor”, ressaltou a parlamentar, fazendo alusão a uma passagem bíblica, durante a sessão ordinária desta terça-feira, 1º de novembro.

“Não podemos esquecer das dificuldades que cada irmão e irmã passou durante esses quatro anos e que foram expressas no voto. Estou falando daquela dificuldade que o vereador Jocimar falou, o acesso à dignidade de ter uma cesta básica”, contextualizou, referindo-se ao pronunciamento de Jocimar Santos (DC) na mesma reunião. “Quando a gente fala em voto, estamos falando disso também. O povo escolheu o salário que traga poder de compra junto ao desenvolvimento verdadeiro do nosso país”.

Marlina declarou estar feliz, e explicou: “Depois de quatro anos, e dois anos de luto real pelas mais de 600 mil vidas - dentre amigos, colegas de profissão, pessoas que perdemos na pandemia - finalmente, haverá um tempo de esperança”. Em seguida, refletiu: “Se pensarmos em família, na empatia em ajudar o próximo, na pátria, precisamos trabalhar por uma Brusque melhor, pensar em um projeto de país e na união de todos. Não existem dois Brasis”.

Ela também teceu críticas ao comportamento do presidente Jair Bolsonaro (PL) após a divulgação do resultado do segundo turno: “Este silêncio de mais de 48 horas frente às ações que colocaram em risco a população não nos representa. Também não nos representam as fake news de toda ordem, como as que versam que bandidos votam no presidente Lula. O eleitor de Lula é a mãe que perdeu o filho por conta da falta da vacina, o pai que não consegue mais comprar uma lata de leite para a sua criança, as mulheres que o presidente ofendeu, a população LGBTQIA+, muitas vezes tratada com desprezo, os milhares que foram lesados pela incompetência do candidato derrotado”.

“Chegou ao fim”

“As manifestações são livres, mas o que não é livre e nem permitido é a violência. Finalmente, estamos vendo quem de fato é pela família, pelo país e por Deus. Aquele Deus que eu aprendi [quando criança] nos bancos da escolinha dominical da Assembleia de Deus, que eu tanto respeito, como respeito todas as formas de manifestações religiosas, nunca foi e nunca será a violência e o abandono representado por este governo que chegou ao fim”, concluiu a oradora. 

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