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SESSÃO ORDINÁRIA: 07/02 - 17H

imprensa

04/11/2022

Pronunciamento

Jean Pirola destaca desempenho da campanha de Jair Bolsonaro em Brusque e no estado

Destaque

Durante a sessão ordinária desta terça-feira, 1º de novembro, o vereador Jean Pirola (PP) refletiu sobre o resultado das eleições para presidente da República e governador realizadas no último domingo, 30 de outubro, e teceu comentários quanto aos protestos populares que sucederam o pleito.

“Fico lisonjeado de ter participado ativamente dessas eleições. Trabalhamos fielmente para o presidente Jair Bolsonaro, fizemos o nosso papel. Na nossa história, os números contarão: fizemos 80% de votos para o presidente em Brusque e quase 70% em Santa Catarina”, disse o parlamentar. “Demos vitória ampla a Jorginho Mello, demonstrando que Santa Catarina é um estado de direita, em sua maioria, e Brusque não poderia ficar de fora”, complementou.

“Enquanto não se provar o contrário, respeite-se o que foi definido: vitória do ex-presidente Lula, derrota do nosso presidente Bolsonaro, e temos que respeitar as decisões populares. O nosso sistema eleitoral tem que ser obedecido. Cada voto vale um”, prosseguiu Pirola. “Ainda não temos voto distrital, nem votos regionais. Temos o voto de um único Brasil”.

Para o vereador, a rivalidade entre eleitores brasileiros devido a escolhas políticas diferentes não deve prosperar: “O Brasil é um só, um povo só, unido, e tem que se respeitar”, defendeu. “Se fizeram 70% dos votos no Nordeste, é porque trabalharam e fizeram os votos que era pra fazer. Nós fizemos quase 70% no Sul. Fizemos o nosso trabalho. A diferença é a quantidade de eleitores e cada pessoa que vai votar tem o mesmo peso dentro da urna”.

A respeito do pronunciamento concedido pelo presidente Bolsonaro à imprensa na tarde de terça-feira, o primeiro desde o anúncio do resultado de domingo, o edil avaliou: “A sua manifestação foi justamente aquilo que estamos vendo no dia a dia. Jogamos dentro das quatro linhas da Constituição Federal”. Na opinião de Pirola, o governo Bolsonaro “foi perseguido, massacrado pela imprensa nacional, pelo TSE e o STF”, pois “derrubaram as contas [em mídias sociais] dos maiores apoiadores do presidente, dentre eles, o Luciano da Havan, mas, quando se levou provas contundentes do ‘radiolão’, sequer abriram investigação”.

Por fim, o progressista parabenizou a gestão Bolsonaro e fez votos de que ela continue até o dia 31 de dezembro “cuidando do povo brasileiro, cuidando do Brasil, cuidando da nossa economia”. Ele afirmou, ainda, que participaria de manifestações desde que estas respeitassem o direito constitucional de ir e vir, estar e permanecer.

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