AGENDA

SESSÃO ORDINÁRIA: 29/11 - 17H

SESSÃO ITINERANTE - CRISTALINA: 01/12 - 18H30

imprensa

18/08/2022

Tribuna livre

​Presidente da Associação de Moradores do Rio Branco leva reivindicações do bairro à Câmara de Vereadores

Destaque

A Associação de Moradores (AMO) do bairro Rio Branco, representada pelo presidente Rodrigo Voltolini, levou ao Poder Legislativo demandas do bairro no espaço da Tribuna Livre, durante a sessão ordinária desta terça-feira, 16 de agosto.

Voltolini registrou agradecimentos aos vereadores Jocimar Santos (DC), André Batisti (PL) e Marlina Oliveira (PT) por terem se informado sobre os pleitos da localidade ou por terem comparecido a reuniões no bairro. “Todos podem ir lá, ninguém no Rio Branco é diferente. Nós só queremos ajuda, politicagem não”. Moradores do bairro que estavam no plenário protestaram com uma faixa que dizia: “Rio Branco abandonado. Alô prefeito”.

”Precisamos de respostas”

Uma das situações apresentadas foi a demora para a reforma da ponte do Rio Branco e da ponte da Comunidade Cristalina. “Ontem [dia 15], estivemos em reunião com a Associação da Cristalina pra unirmos força, pra ganharmos credibilidade e falarmos em relação ao que a gente vai necessitar. Eles dizem ‘estamos impactados junto com vocês’. A ponte pênsil está caindo, debilitada, nunca se fez uma reforma, de fato eficaz, sempre remendos”, protestou. “O que impede de melhorar outro bairro, outra ponte. Vamos deixar tudo isso para o pleito eleitoral?”, acrescentou.

Outro pedido trazido por ele foi a pavimentação da rua Gilberto Hassmann. Ele afirmou que no ano de 2020, haviam sido entregues ao Executivo os 80% das assinaturas exigidas para o asfaltamento da rua, por meio de parceria entre o poder público e a comunidade. “Até quando vamos ficar desse jeito? Somos moradores do bairro, precisamos de respostas. Temos uma rua que, quando chove é lama, e quando dá poeira, levanta a 100m de altura”, reportou.

Voltolini também foi enfático ao afirmar serem contrários à instalação de uma lombada no bairro. “Para concretizar, não queremos lombada lá na ‘curva do Schimdt’, não sei quem é que conseguiu projetar uma lombada numa curva, mas não queremos”, frisou.

Saúde e Educação

“É o bairro que mais tem indústrias, nós arrecadamos impostos, lá tem gente trabalhadora. Precisamos que as coisas realmente aconteçam”, disse, ao contestar a falta de creches no local.

“Ficamos 25 dias sem médico, recorremos a vários vereadores, à Secretaria de Saúde, fizemos protocolo, nos mandaram uma médica por um dia e meio e depois disso descobriram que a médica não pode trabalhar no postinho de saúde”, expôs.

O representante também reclamou de suposto tratamento que a administração pública daria, aos servidores públicos da Unidade Básica de Saúde (UBS). “O povo só cobra da ponta. Gente, não vai dizer que as pessoas que estão lá [na UBS], não comunicam a central, dizendo que está faltando remédio? Quando falam que está faltando é porque o sistema já sabe. Porque o remédio não vem? Até quando vamos ter que ficar sofrendo, em cima do governo que nada faz?”, indagou. “Estou indignado com toda essa situação de tantas demandas que vem ocorrendo com o povo do nosso bairro”, acrescentou.

A participação do presidente da Amo Rio Branco na sessão ordinária foi solicitada pela própria associação ao Poder Legislativo, conforme o protocolo nº 568/2022. 

    Nenhum tópico relacionado para este conteúdo;

    veja também