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SESSÃO ORDINÁRIA : 28/06 - 18H

imprensa

04/05/2022

Pronunciamento

Déco Batisti chama a atenção para o Maio Amarelo e cobra do governo o Plano de Mobilidade Urbana de Brusque

Destaque

A campanha Maio Amarelo, que busca conscientizar para a redução da mortalidade no trânsito, esteve no foco do pronunciamento de André Batisti, o Déco (PL), durante a sessão ordinária desta terça-feira, 3 de maio. O vereador enfatizou que 20 pessoas perderam a vida em acidentes de trânsito em Brusque no ano passado, sendo que dez dessas vítimas se envolveram em acidentes com motocicletas, oito em ocorrências com automóveis e duas eram pedestres. A fonte do parlamentar é o 18º Batalhão de Polícia Militar de Brusque.

“Em Brusque, isso [a campanha] nunca vai se tornar obsoleto, visto que a cada ano as mortes no trânsito aumentam. A prevenção com certeza é o melhor remédio”, afirmou.

“O movimento Maio Amarelo nasce com uma só proposta: chamar a atenção da sociedade para o alto índice de mortes e feridos no trânsito em todo o mundo. Quando muita gente morre por uma mesma causa, ela entra no radar dos serviços públicos. Se ganha proporções muito altas, é tratada como epidemia. Traçado o paralelo, é incrível que os acidentes de trânsito no Brasil nunca tenham tido um tratamento preventivo à altura dos males que causam. São cerca de 40 mil vidas perdidas por ano, o que, por si só, já deveria ser uma tragédia, especialmente para as famílias que perdem seus entes queridos, mas ganha ares de catástrofe quando se contam também os feridos”, contextualizou.

“No Brasil, os assassinatos estão acima das mortes de trânsito. Em Brusque, é o contrário, graças a Deus que não temos tanto bandido, mas o trânsito mata muito mais do que os assassinatos”, prosseguiu o vereador. Para Déco, esta realidade é o que leva os parlamentares a corriqueiramente solicitar ações relacionadas ao controle do trânsito à Prefeitura, como a instalação de travessias elevadas ou lombadas eletrônicas.

Ele destacou ainda que o desenvolvimento do Plano de Mobilidade Urbana e Trânsito de Brusque custou R$ 550 mil aos cofres públicos e cobrou do Executivo pela apresentação do documento à Câmara Municipal. “Desde 2018, estamos com esse Plano de Mobilidade, que já foi pago e não foi feito nada na cidade. Na verdade, parece que a gente vê a coisa indo pra trás. A nossa mobilidade está cada vez pior”, criticou o edil, ponderando, por fim, que todos os cidadãos precisam ter educação e prudência ao se locomoverem. 

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