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23/02/2022

Pronunciamento

Simas protesta contra obrigatoriedade do comprovante de vacinação de Covid-19 para acesso a locais públicos

Destaque

A obrigatoriedade da apresentação do comprovante de vacinação contra a Covid-19 em eventos e locais públicos foi o tema do pronunciamento do vereador Alessandro Simas (DEM) na sessão ordinária desta terça-feira, 22 de fevereiro.

“Não dá pra admitir — e aí temos que trazer para esta casa — que o cidadão seja obrigado a, em primeiro lugar, tomar as vacinas e, em segundo lugar, para entrar ou sair de qualquer tipo de local ou evento público ter que apresentar certificado de vacina”, opinou Simas. Em sua avaliação, a exigência ultrapassa os limites da liberdade individual.

“Acredito que quem queira tomar a vacina e se sinta seguro não deva se preocupar com aquele que não tomou”, disse. “O fato é essa imposição. Houve relatos do Instituto Federal Catarinense (IFC) e alguns estabelecimentos que estão exigindo, para adentrar e ter a aula. Não se admite um negócio desses”, manifestou.

Em aparte, André Batisti, o Déco (PL), citou um requerimento de autoria de Rick Zanata (Patriota) endereçado ao governador Carlos Moisés (sem partido), a respeito da obrigatoriedade da vacinação de servidores da Educação. “Peço aos vereadores que não partidarizem a discussão. A gente não está discutindo aqui a vacina e a eficácia dela, mas a liberdade do indivíduo”, frisou Déco.

Marlina Oliveira (PT), por sua vez, ponderou em aparte que é “um absurdo falar não a uma vacina, que não é uma questão individual, mas de saúde coletiva”. Também em aparte, Zanata contrapôs que é “um absurdo o estado querer te obrigar a se vacinar pra poder trabalhar e estudar”.

Simas mencionou uma portaria assinada por ele em 2021 que desobriga o uso de máscaras nas dependências da casa legislativa e questionou por que o governo de Santa Catarina ainda não liberou o não uso no território estadual. “Eu não consigo assimilar o motivo pelo qual não é facultativo ainda”, protestou.

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