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SESSÃO ORDINÁRIA : 28/06 - 18H

imprensa

11/02/2022

Pronunciamento

Natal Lira complementa discussão sobre possibilidade de mão dupla na margem esquerda da Beira Rio

Destaque

Na sessão ordinária desta terça-feira, 8 de fevereiro, o vereador Natal Lira (DC) voltou a falar de um requerimento que solicita o tráfego de toda a extensão da margem esquerda da Avenida Beira Rio em mão dupla, discutido e aprovado  na sessão ordinária da semana passada. Lira foi um dos vereadores que se manifestaram favoráveis à proposição, sob justificativa de que a medida seria fácil de executar.

No entanto, o parlamentar trouxe informações que demonstram um impasse, no momento, para modificações na via, como a abertura de mais acessos à pista. “Essa obra foi financiada pelo Programa Avançar Cidades, do Governo Federal. Toda a aprovação do projeto, antes da sua execução, foi feita pela equipe técnica do banco que é gestor do financiamento, o BRDE [Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul]. O programa visa, principalmente, o desenvolvimento de áreas através da implantação de transportes coletivo, em direção centro-bairro”, leu na tribuna.

“Portanto, todo o projeto teve acompanhamento da equipe técnica do banco. Das alterações da obra, porém, se realizadas após as aprovações finais da obra, pedem pela equipe técnica do mesmo, pois é necessário que a Prefeitura receba a aprovação como obra finalizada e que tenha atendido ao programa. A partir daí é possível dar sequência em qualquer alteração”, complementou.

“Caso seja realizada a alteração do projeto antes da aprovação da prestação de contas final do convênio, o município estará sujeito à penalização junto ao governo federal, como por exemplo, a impossibilidade de aquisição de novos financiamentos e, em situações extremas, tendo que efetuar a devolução de recursos já aplicados”, alertou o parlamentar.

Por fim, Lira reafirmou sua preocupação em repassar a informação a respeito da instalação de acessos à avenida. “Para trazer aqui nessa casa, para as pessoas ficarem conscientes disso. Enquanto a obra não for entregue como finalizada, não se pode fazer nada”, frisou.  

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