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17/09/2021

Pronunciamento

Ivan Martins pede união entre setor empresarial, Legislativo e Executivo contra a privatização da Antônio Heil

Destaque

No uso da tribuna durante a sessão ordinária desta terça-feira, 14 de setembro, o vereador Ivan Martins (DEM) teceu elogios ao governo municipal pela entrega da Avenida Governador Luiz Henrique da Silveira, o novo trecho da margem esquerda da Beira Rio, no último domingo, 12.

“Uma obra maravilhosa. Tenho certeza que irá contribuir bastante para aliviar o fluxo de veículos”, disse. “É uma das maiores obras que Brusque já teve, a exemplo da margem direita quando construída naquela época. Isso nos dá certeza de que o Executivo também irá pôr em prática uma parte da Beira Rio em direção ao Dom Joaquim”, previu.

Privatização

Martins também se posicionou contrário à possibilidade de cobrança de pedágio na rodovia Antônio Heil (SC-486). O tema foi bastante discutido entre os parlamentares na reunião, após a circulação de notícias de que o governo do estado de Santa Catarina articula junto ao governo federal, a concessão do trecho à iniciativa privada.

“A razão de vir à tribuna nesta noite é para convocarmos os segmentos organizados da nossa sociedade”, pontuou o vereador, que mencionou, em seguida, a Associação de Micro e Pequenas Empresas de Brusque (Ampe) e a Associação Empresarial de Brusque (Acibr).

“São duas instituições que abrangem um grande número de empresários do nosso município. Sabemos a força que o nosso empresariado tem, juntamente com a Câmara de Vereadores, que já está se manifestando contrária a uma possível privatização, e também o Executivo, para que possamos firmar uma frente forte, a fim de evitar que seja implantado o pedágio”, pregou.

“É muito fácil pegar a Antônio Heil, uma rodovia nova, duplicada há pouco tempo, passar para as mãos da iniciativa privada e não passar uma Rodovia Ivo Silveira [SC-108 ]”, exemplificou. “Qual empresa vai querer? Ter que construir, fazer a duplicação? Primeiro querem que o governo resolva, com o dinheiro da população. Depois passam para as mãos da rede privada”, criticou o parlamentar.

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