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26/11/2009

Valmir Ludvig comenta condenação do ex-prefeito Ciro Roza

A constatação de irregularidades em licitação do Canal Extravasor e a condenação do ex-prefeito Ciro Roza foram os temas abordados por Valmir Ludvig na noite de terça-feira, 24. “Nesta semana, jornais falaram de um assunto que quero relembrar na tribuna hoje. Em 2002, convocamos empresários, sindicatos e a comunidade para discutir junto ao Legislativo, uma licitação que tinha problemas. Na ocasião, fizemos uma denúncia, junto com os vereadores Fabrício Gevaerd, Julio Gevaerd e Ademir Braz de Sousa em relação à construção do Canal Extravasor, e o assunto foi adiante e começou a ter resultado somente agora”, descreveu o parlamentar.

Valmir lembrou a derrubada da antiga ponte Irineu Bornhausen e as discussões acerca do assunto, até comentar a notícia de que o ex-prefeito Ciro Roza fora condenado a dois anos e nove meses de prisão. “A sentença aponta 15 irregularidades na licitação e um superfaturamento de 62 mil por cento no item que se refere ao transporte de material de segunda categoria e por aí vai. Entre as irregularidades detectadas à época estão: a ausência de projeto básico; a concorrência foi homologada em 5 de novembro enquanto o projeto básico é datado depois;  a alteração do regime de execução das obras durante o processo licitatório; falta de clareza na prorrogação das datas; e valores muito acima da realidade e frustração no objeto de licitação”, citou.

O vereador alegou também que o custo da pavimentação por quilômetro foi 14,6 vezes superior ao custo praticado pelo DER Santa Catarina. “É preciso observar ainda que os réus - prefeito e membros da Comissão de Licitação - desviaram mediante utilização de diversos expedientes em proveito da empresa EIT, renda pública da União no valor de aproximadamente R$ 600 mil. Portanto, toda essa situação é lamentável e espero que a Justiça, diante dessas evidências e irregularidades tome a atitude correta. Finalmente alguma coisa aconteceu para aquele que se achava intocável e poderosíssimo, e penso que essa é uma vitória da população de Brusque que começa a dizer basta para este tipo de coisa”, salientou Ludvig.

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