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SESSÃO ORDINÁRIA (online, via aplicativo): 09/06 - 17H

imprensa

21/02/2020

Pronunciamento

“Ficou clara a proteção”, diz Paulinho Sestrem sobre votação que arquivou denúncia contra Dr. Jonas e Ari Vequi

Destaque

Durante a sessão ordinária desta terça-feira, 18 de fevereiro, o vereador Paulinho Sestrem (PATR) disse que não se manifestaria sobre o arquivamento da representação de sua autoria contra o prefeito e o vice-prefeito de Brusque - por decisão da maioria do plenário - e se limitou a afirmar: “Ficou clara a divisão [entre os vereadores] e a proteção da atual gestão”. Na denúncia, ele pedia pela cassação de Jonas Paegle (PSB) e Ari Vequi (MDB), sob a acusação de “coação a vereador” e “submissão e intimidação do Poder Legislativo”.

Antes disso, o Município de Brusque e o secretário municipal de Saúde, Humberto Fornari, haviam protocolado contra Sestrem uma representação que pleiteava a cassação do mandato do vereador, medida tomada após a repercussão do vídeo em que ele questionava a inserção de dados sobre a Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) do Santa Terezinha no site do Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES). A denúncia contra o vereador foi arquivada na quarta-feira, 19, pelo corregedor Cleiton Luiz Bittelbrunn (PATR).

Demandas do Limeira

Em seguida, o orador apresentou imagens de um conjunto de casas geminadas construídas na rua Eugênio Brandt, no bairro Limeira, nas proximidades de um barranco que aparenta instabilidade. O caso o motivou a formular a Indicação nº 09/2020 ao Poder Executivo. A proposição solicita “atenção urgente à infraestrutura da rua Eugênio Brandt, em face do risco iminente de desmoronamento de residência”.

A indicação registra ainda que munícipes já buscaram a intervenção do poder público “por meio de protocolo de solicitações no gabinete do prefeito e na Secretaria de Obras, acompanhadas de relatórios de vistoria elaborados em datas diversas pela Defesa Civil, não obtendo êxito algum até o momento”.

Sestrem também falou sobre a pavimentação da rua Mercedes Tereza Torrezani Pretti, no mesmo bairro. Ele disse que a obra se encontra inacabada porque a Prefeitura liberou a execução dos serviços sem se certificar se todos os moradores haviam aderido ao programa de pavimentação por adesão. “Mais uma vez, é falta de planejamento”, criticou. “Mais do que isso: escuta-se pelos bastidores que, por ser ano eleitoral, começam a fazer parcerias sem [observar] o que está na lei”, prosseguiu. Por fim, o parlamentar alertou as comunidades a denunciarem quaisquer irregularidades identificadas em processos semelhantes. “Peço que, para qualquer obra a ser executada em parceria, a Prefeitura verifique se tem os contratos de todos os moradores, para não acontecer isso de novo”. 

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