AGENDA

SESSÃO ORDINÁRIA (online, via aplicativo): 09/06 - 17H

imprensa

14/02/2020

Pronunciamento

​Marcos Deichmann solicita integração entre órgãos para liberação e fiscalização de construção de empreendimentos

Destaque

Na sessão ordinária desta terça-feira, 11 de fevereiro, o vereador Marcos Deichmann (PATR) se pronunciou a respeito da responsabilidade da inciativa privada em problemas ocasionados após as chuvas que atingiram o município recentemente. Ele solicitou que haja integração entre o Instituto Brusquense de Planejamento (Ibplan), a Fundação Municipal do Meio Ambiente (Fundema), a Secretaria de Obras e a Defesa Civil, para liberação e fiscalização de construções, a fim de evitar transtornos para a comunidade.

Na tribuna, ele apresentou imagens de fortes enxurradas e alagamentos nas proximidades da Rua Carlos Ristow, que causaram sérios danos aos moradores do entorno. O vereador pontua que a situação relatada pelos residentes é que isso não ocorria em anos anteriores.

O caso foi apurado pelo parlamentar que, também com registro em vídeo, denunciou obras iniciadas por uma empresa privada para construção de um empreendimento. “Está lá no topo do morro, atrás da casa deles”, apontou. “Fizeram a drenagem e toda a água está indo pelo barranco, atrás da casa do cidadão”, continuou. Segundo o parlamentar, houve um aterro de cerca de 6 metros, com a retirada de toda a vegetação do local.

Ele ainda registrou que, ao verificar o projeto inicial proposto pela empresa responsável pelo terreno, constava a construção de um loteamento com 80 casas geminadas. Como o projeto não foi aceito, relatou Marcos, foi reapresentado para a construção de um campo de futebol na área. “Aí como não precisa de uma estrutura toda como para fazer um loteamento, foi liberado”, narrou. Porém, segundo o vereador, foi feita a terraplanagem nas proporções de um loteamento e hoje a obra está embargada.

Marcos frisou que a população tem dificuldades em saber a quem recorrer, devido à falta de integração dos órgãos responsáveis. “Por isso que hoje não se dá conta dos serviços. Falta de água, barro que vem do morro acima e entope as bocas de lobo. É água entrando na casa do cidadão, que não tem a quem recorrer e, com certeza, o serviço público não vai dar conta”, complementou. “Não somos contra os empreendimentos e desenvolvimento da cidade. Mas cobramos isso há muito tempo, que se faça de forma organizada”, reiterou.

    Nenhum tópico relacionado para este conteúdo;

    veja também