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SESSÃO ORDINÁRIA (online, via aplicativo): 09/06 - 17H

imprensa

06/02/2020

Pronunciamento

​Ivan Martins diz que Keka Morelli não cumpriu o que prometeu em dezembro de 2019

Destaque

No uso da tribuna durante a sessão ordinária desta terça-feira, 4 de fevereiro, o vereador Ivan Martins (PSD) se manifestou em referência ao pronunciamento do vereador Marcos Deichmann (PATR). Martins defendeu ser natural a união de partidos políticos e demais alianças para momentos como a eleição da mesa diretora, ocorrida na data.

“Nós firmamos um acordo em 2018 e é bom que fique claro que, quando estávamos em dez vereadores conversando, o vereador Keka [Gerson Morelli - PSB] estava presente e fizemos um acordo para que o José Zancanaro, do seu partido, fosse presidente em 2019 e, em 2020, Ivan Martins”, narrou o orador.

Segundo o parlamentar, com a sua renúncia e a de Zancanaro nos postos de vice-presidente e presidente da mesa, respectivamente, em 17 dezembro do ano passado, o grupo citado por ele havia programado para, na sequência, ser feita a convocação da eleição das cadeiras vagas. Ele ainda expôs que esteve em reunião com Keka, dias antes da última sessão de 2019 e, após o ter indagado se fariam a votação no dia 17, Morelli teria concordado: “Apertamos as mãos”, ilustrou Martins.

O fato de Keka ter convocado a eleição para apenas 4 de fevereiro, como presidente interino na ocasião, foi veemente criticado por Ivan: “ele se comprometeu a fazer e não cumpriu”. Manifestações de Martins em entrevista concedida à Rádio Cidade na semana passada também foram contestadas por Deichmann. “Não é verdade que eu disse na Rádio que o grupo de oposição fez ‘maracutaia’”, pontuou Ivan. “O que eu disse é que o Keka foi seduzido pelos vereadores da oposição”, prosseguiu, em defesa.

“Eu acho, sim, que o vereador Keka é mau caráter”, registrou o orador, por fim. “Pelo fato de ele não ter cumprido o acordo que assumiu”, justificou. Ele afirmou ter presenciado outras situações no passado, em que acordos como este não foram cumpridos por parlamentares para eleições de mesa. “Não sei se coincidência ou não, os dois que fizeram não mais se reelegeram e nem voltaram para a política, pois foram cobrados pela sociedade”, encerrou. 

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