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imprensa

03/10/2019

Pronunciamento

Alessandro Simas fala sobre ações interrompidas pela falta de repasse de recursos federais

Destaque

Obras em execução no município de Brusque foram tema do pronunciamento do vereador Alessandro Simas (PSD), na sessão ordinária desta terça-feira, 1° de outubro. O líder do governo retomou o tópico levantado anteriormente na sessão, pelo vereador Paulinho Sestrem (Patriota), acerca da interrupção de recursos federais para as obras de reforma da Unidade Básica de Saúde (UBS) Ponta Russa, que serão continuadas pelo Poder Executivo.

“Está sendo feito o levantamento de materiais e nos próximos 10 dias devem iniciar. No máximo, em duas semanas”, informou. Ele explicou que, também pelo fato de não haver mais repasses federais, a Prefeitura assumiu as obras da UBS do Zantão: “Não havia como a Secretaria responsável fazer as duas, então houve a contratação de mão de obra terceirizada para dar andamento”.

Além das duas frentes de trabalho em unidades de saúde, o vereador pontuou as obras do Centro Municipal de Educação Infantil (CMEI) do bairro Rio Branco. “No dia 17, irão licitar para que as crianças tenham seu ano letivo iniciado na creche. Além dessa licitação, o município ainda terá que arcar com R$ 400 mil a R$ 500 mil de recursos próprios”, acentuou. Simas ainda levantou que, neste caso, parte da estrutura tem necessidade de ser reformada, antes mesmo de ter sido acabada. “Infelizmente, a burocracia e a lei de licitações faz com que a gente passe por situações como esta”, criticou.

A respeito do repasse de recursos pelo Executivo para as diversas áreas da administração municipal neste ano, ele destacou que os destinados às áreas de Saúde e de Educação deverão ultrapassar o percentual mínimo estabelecido. “O governo, através da equipe de comando, o grupo gestor e as secretarias, vem cumprindo sua obrigação”, avaliou. Em referência ao não repasse do governo federal, o parlamentar criticou: “aqueles que estão lá em cima, que deveriam também cumprir com suas obrigações e seus índices necessários, não o fazem. A responsabilidade cai no colo das prefeituras”.

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