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imprensa

05/09/2019

Pronunciamento

​Marcos Deichmann rebate argumentos de Sestrem contrários a alterações na Lei “Criança Sem Pornografia”

Destaque

O vereador Marcos Deichmann (PATRI) respondeu nesta terça-feira, 3 de setembro, às colocações de Paulinho Sestrem (PATRI) contrárias à possibilidade de mudanças em artigos da Lei Ordinária 4071/2017, conhecida como Lei “Criança Sem Pornografia”. Trechos da norma - criada a partir de proposta do Grupo de Proteção da Infância e Adolescência (Grupia) e apresentada à Câmara por Sestrem como projeto de lei - foram contestados por Deichmann na sessão da semana passada, quando ele apontou artigos que estariam “travando” o ensino.

Por sua vez, Sestrem defendeu a manutenção da lei tal como foi referendada pelo Legislativo há dois anos. O parlamentar argumentou que “a lei é bem clara e o que precisa é treinamento e interpretação” para os professores, que não teriam aprendido sobre “legislação jurídica em sua formação”. Ele declarou, ainda, que não se dobraria a “forças políticas”.

“Ao propor uma rediscussão, meu intuito foi que pudéssemos entrar num consenso. Não fui forçado politicamente e não sou manipulado. Falei com o líder do governo [Alessandro Simas] para que montássemos um grupo com a Secretaria Municipal de Educação para rediscutir a lei. Se tiver que mudar, muda. Se não tiver, não muda”, disse Deichmann.

“Somos em 15 vereadores e tem mais o Executivo para debater sobre isso. Não é só a opinião de um vereador que vale. Sobre ser ou não ser conservador, tenho três filhos na escola e sei muito bem do que estou falando. Sou contra a ideologia de gênero e vou combater qualquer material desse tipo que for apresentado”, emendou.

“Quanto às ‘forças ocultas’, acho que não tem nenhum vereador que não é procurado por professores e pela comunidade. Os professores também podem nos procurar para passar as situações e dificuldades que estão enfrentando, assim como a secretária de Educação”.

Escola Paquetá

Num segundo momento, Deichmann defendeu a autonomia da Associação de Pais e Professores (APP) da Escola de Ensino Fundamental Paquetá para auxiliar o educandário a resolver demandas específicas. “Agora, ‘forças ocultas’ procuraram o Conselho de Alimentação Escolar e fizeram uma denúncia geral, mas para atacar a venda de cucas na escola Paquetá”.

“As cucas são vendidas desde 2013 para angariar recursos e fazer melhorias. Também foi colocado que a APP não pode fazer melhorias na escola, não pode arrecadar. Tem que partir tudo da Secretaria de Educação. O que é isso?”, questionou. “A APP sempre funcionou dessa forma, sem fins lucrativos, simplesmente para ter recursos e fazer manutenção, comprar material pedagógico. Isso é parceria, ninguém está tirando obrigações do Executivo”.     

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