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imprensa

05/09/2019

Pronunciamento

​Jean Pirola pede revisão do catálogo do patrimônio histórico de Brusque

Destaque

O vereador Jean Pirola (PP) discorreu durante a sessão ordinária desta terça-feira, 3 de setembro, sobre o Catálogo e Inventário do Patrimônio Histórico, Arquitetônico e Urbanístico de Brusque, defendendo a revisão do documento aprovado em 2011 pelo Conselho Municipal do Patrimônio Natural, Histórico e Artístico Cultural (Comupa).

“Verificamos que [a inclusão] de várias construções e casas do município no Catálogo e Inventário foi baseada num estudo apresentado como TCC [Trabalho de Conclusão de Curso] na UFSC [Universidade Federal de Santa Catarina]. Desde então, o documento ainda não foi modificado e estamos batendo nessa tecla há muito tempo”, disse.

“O que mais me chamou atenção foi o pedido da ACIBr [Associação Empresarial de Brusque], feito há quase um ano, solicitando urgência na realização de um estudo técnico-científico, e não acadêmico, porque vários imóveis não precisariam estar no Catálogo e Inventário e outros deveriam fazer parte”, observou. A mensagem da entidade, segundo Pirola, teria sido compreendida pela administração municipal e também pelos membros do Comupa.

“Muitos proprietários estão sendo prejudicados, porque não têm incentivo para manter ou restaurar. Muitos desses imóveis passaram a ser comerciais, perdendo inclusive o status de histórico, e outros tiveram várias modificações ao longo desse período, até mesmo com a aceitação do Comupa. Hoje, tornou-se inviável a forma como está o Catálogo e Inventário”, argumentou o parlamentar. “Há uma necessidade urgente de se fazer esse estudo”.

Para exemplificar, Pirola citou o Casarão Schaefer, no Centro, interditado desde setembro de 2016, quando parte do prédio desabou durante uma reforma: “O casarão, na verdade, passou a ser um vaso de planta e corre o risco de, a qualquer momento, desmoronar e machucar alguém”.

Em seguida, ele criticou ofício do Comupa endereçado ao proprietário do imóvel, Edson Tiemann, comunicando a aceitação da demolição desde que a fachada original fosse mantida. Por fim, pediu ao governo municipal que providencie o novo estudo sobre o Catálogo e Inventário de Brusque. 

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