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imprensa

15/08/2019

Pronunciamento

​Alessandro Simas expõe reflexos de administrações municipais anteriores

Destaque

Na sessão ordinária desta terça-feira, 13 de agosto, o vereador Alessandro Simas (PSD) se pronunciou a respeito de tópicos levantados pelos vereadores Leonardo Schmitz (DEM) e Paulinho Sestrem (PATRI) em falas proferidas anteriormente, na mesma sessão. Na posição de líder de governo, ele pontuou alguns esclarecimentos na tribuna, em relação ao atraso de obras que esbarram em burocracia e má gestão de governos anteriores.

Como exemplo, Simas citou o caso da construção da Unidade Básica de Saúde do bairro Ponta Russa, cuja continuidade depende de recursos do governo federal. Segundo informações expostas pelo orador, o Departamento Geral de Infraestrutura (DGI) do município tenta contato há dias, sem sucesso, com o órgão responsável em Brasília.

“O dinheiro está lá, liberado, mas não está depositado aqui na conta da Prefeitura”, explicou. Ao abordar dificuldades de atendimento no bairro Poço Fundo, o parlamentar afirmou que a administração municipal teria a possibilidade de encaminhar os usuários para a unidade do Ponta Russa, “mas o posto não está pronto, pois ninguém em Brasília dá uma resposta”, reiterou.

Ele também indicou reflexos da má gestão e não cumprimento de leis em administrações passadas: “faz com que, hoje, o município e os cidadãos estejam pagando uma conta muito alta”. Simas informou que, referente a obras públicas inacabadas que foram licitadas nos anos de 2010 e 2011, o Executivo arca,  com recursos próprios, cada vez que é realizado um reajuste de contrato. “Sai do cofre público do município, da população”, protestou.

Em outro exemplo o vereador denunciou: “Temos que desembolsar todo mês R$ 720 mil para pagar cerca de 100 aposentados da Prefeitura, de quando se extinguiu o instituto de previdência do município, de forma irregular”. Em desabafo, o parlamentar advertiu: “Espero que nos próximos anos, os prefeitos vejam que uma ação, uma atitude tomada como gestor para livrar o seu último ano de mandato, pode refletir lá na frente, muito pior para os prefeitos seguintes”.

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