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SESSÃO ORDINÁRIA: 27/08 - 17H

imprensa

30/05/2019

Pronunciamento

Alessandro Simas volta a discutir o PL que propunha diminuição do número de vereadores

Destaque

Em pronunciamento durante a sessão ordinária desta terça-feira, 28 de maio, o vereador Alessandro Simas (PSD) abordou a votação do Projeto de Emenda à Lei Orgânica nº 03/2017, que propunha a alteração do número de vereadores de 15 para 11, rejeitado na sessão de 14 de maio.

Simas declarou que prestou esclarecimentos a munícipes, após questionamentos sobre seu voto. O parlamentar relembrou a votação do Projeto de Emenda à Lei Orgânica Municipal nº 3/2011, aprovado em 2011, que alterava o número de 11 para 15 vereadores e disse ter se arrependido, na ocasião, por ter votado contrariamente ao PL, optando pela continuidade de 11 legisladores. “Se a eleição de 2016 fosse naqueles moldes, com 11 vagas, teríamos só 17 candidatos, 11 homens e 6 mulheres. A legenda naquela oportunidade seria 5.738 votos, ou seja, só se elegeriam membros do PSB e do PMDB, nem o DEM entraria”, explicou. “Para nós, enquanto governo, seria bom ter 11 vereadores, mas não para a democracia”, pontuou.

Após apresentar cálculo do montante atual mensal de custos referentes aos salários dos parlamentares, ele sugeriu: “Se nós mantermos os 15 vereadores e propormos, quando for a hora de tratar dos salários, a partir do ano que vem, de que seja o menor vencimento do município, estamos falando de R$ 37,5 mil por mês, R$ 450 mil por ano, totalizando uma economia de R$ 1,17 mi, mantendo o direito à representatividade dos vereadores e pessoas simples que possam ocupar o cargo”, apresentou.

Simas ressaltou que esta argumentação de manter o número atual de cadeiras e propor a diminuição de salários já foi discutida na votação de 14 de maio, porém rebateu as críticas de cidadãos que, segundo ele, não buscaram essas informações. “Entendo que a questão da representatividade é muito válida, essa discussão passa também pela esfera daquilo que a gente entende ser o melhor naquele momento. Agora, não acho justo nem democrático nós privarmos pessoas simples de chegarem até aqui”, concluiu.

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