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SESSÃO ORDINÁRIA: 21/05 - 17H

imprensa

09/05/2019

Pronunciamento

​Marcos Deichmann faz comparativo da folha do funcionalismo público nos últimos anos

Destaque

Em pronunciamento realizado na sessão ordinária desta terça-feira, 7 de maio, o vereador Marcos Deichmann (Patriota) abordou a reunião que participou, com outros parlamentares e o secretário de saúde do município, Humberto Fornari, nesta segunda-feira, 6 de maio, para tratar de assuntos ligados à pasta.

Entre os tópicos levantados no encontro, ele sintetizou que o maior problema na área da Saúde que ocorre no município, atualmente, “não são as consultas de rotina, que envolvem doenças crônicas, mas as doenças agudas, de pessoas que precisam de atendimento urgente”. Ele solicitou uma readequação para que os profissionais da rede pública realizem atendimentos de urgência e emergência, além da cota diária, quando ainda houver disponibilidade para pacientes com agendamento.

O parlamentar ainda citou uma reivindicação frequente que recebe da população, também repassada à Fornari, que diz respeito ao atendimento: “é a questão do acolhimento, a forma como o cidadão é recebido. Isso está acarretando muitas reclamações”.

Funcionalismo público

O vereador também explanou sobre a matéria veiculada no jornal O Município, em 26 de abril, que abordou a diminuição do impacto da folha do funcionalismo público no orçamento do município, devido ao aumento de arrecadação. Ele apresentou um levantamento de indicadores da folha de pagamentos de 2009 até 2018: “A variação foi em média, entre R$ 15 a R$ 17 mi, que é normal em todos os anos e governos. No 3° quadrimestre de 2017, a variação foi de R$ 36 mi, então o aumento da folha não foi de R$ 17 mi, foi o dobro disso”, frisou. Para ele, o impacto menor “não foi só por que aumentou a arrecadação, mas sim, por que [a oscilação] voltou ao normal”, explicou.

Em aparte, o vereador Alessandro Simas (PSD) pontuou que, no período destacado houve demissões e pagamentos de rescisões pela Prefeitura e que há um comprometimento do Executivo em segurar receitas direcionadas ao funcionalismo público. “Fico feliz que a prefeitura se colocou na posição de equilibrar as contas”, concordou Deichmann.

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