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SESSÃO ORDINÁRIA: 27/08 - 17H

imprensa

21/03/2019

Pronunciamento

Marcos Deichmann pede planejamento de mobilidade urbana para ciclistas

Destaque

Em pronunciamento durante a sessão ordinária desta terça-feira, 19 de março, o vereador Marcos Deichmann (Patriota) discorreu sobre a mobilidade urbana de Brusque. Ele relatou um fato que teria presenciado, a caminho do bairro Poço Fundo. Um veículo, segundo o parlamentar, teria invadido o espaço de ciclofaixa, com risco de atropelamento de vários ciclistas que utilizavam a via.

Ao se referir ao pronunciamento do vereador Gerson Luís Morelli, o Keka (PSD), indagou: “O que são políticas públicas? É quando se faz política com interesse público dos cidadãos, em todas as dimensões. Não apenas atendendo a interesses de poderosos e daqueles que, futuramente, vão auxiliar nas eleições”, questionou. “Cadê os tachões que foram prometidos para o bairro Primeiro de Maio? Se houvesse, o carro não teria invadido”, continuou o vereador. “Sou a favor de políticas públicas pelo direito de ir e vir”, disse.

Deichmann também presenciou dificuldades para ciclistas no bairro Santa Terezinha e pontuou o debate ocorrido na sessão anterior, sobre a não delimitação de ciclofaixas na Avenida Santos Dumont. “Eles não podem andar na calçada, então ficam circulando no trânsito com os carros. Só vão fazer algo quando um cidadão tiver que pagar com a própria vida”, alertou.

Alemanha

O orador questionou campanhas de incentivo que visualizou na cidade quanto ao uso de bicicletas, via parceria firmada entre o município de Brusque e o Distrito de Karlsrhue, na Alemanha. Em contraponto, ele ressalta a falta de infraestrutura na cidade para o modal. “Vão andar aonde? ”, indagou. O parlamentar relembrou sua participação e da vereadora Ana Helena Boos (PP) na comitiva que visitou o Distrito alemão, em julho do ano passado, como representantes do Legislativo brusquense.

“Aprendemos muito e trouxemos muita informação de lá. Infelizmente, não temos esse poder de aplicar tudo na cidade. Porém, afirmo que lá há políticas públicas. O bem comum prevalece, junto ao bom senso e ao planejamento futuro”, lamentou, ao comparar os cenários. “Não adianta mobilidade pública só para carros, tem que ser para todos”, finalizou.

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