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imprensa

01/11/2018

Pronunciamento

Marcos Deichmann critica interferência do MP-SC no caso da escola João Hassmann

Destaque

Em pronunciamento durante a sessão ordinária desta terça-feira, 30, o vereador Marcos Deichmann (Patriota) questionou a orientação feita pelo Ministério Público estadual (MP-SC) para que o município realizasse concurso público visando à contratação de professores para o Ensino Médio da Escola de Educação Básica João Hassmann, no bairro Guarani. A prefeitura anunciou na semana passada que as aulas do Ensino Médio no educandário estarão suspensas a partir de 2019.

O parlamentar disse ter conversado a respeito desse assunto com a secretária de Educação do município, Eliani Busnardo Buemo. “É muito triste que um serviço deixe de ser prestado à comunidade por causa da legislação, porque, realmente, a responsabilidade pelo Ensino Médio é do estado, mas o município até hoje arcou com as consequências dessa situação”, disse Deichmann.

“O que me deixa indignado é que, para o MP, o município poderia continuar mantendo o serviço se a contratação dos professores ocorresse mediante concurso público, mas não pode mais fazê-lo através da admissão de professores temporários [ACTs]. Não é a mesma coisa? Por que é que com o concurso público o município poderia continuar arcando com uma obrigação que é do estado, mas não pode fazer o mesmo contratando os ACTs?”, indagou o vereador.

Deichmann também se colocou à disposição da comitiva sugerida pelo vereador Ivan Martins (PSD) para tratar do caso junto ao governador Eduardo Pinho Moreira (MDB) e a secretária estadual de Educação, Simone Schramm. Ele lembrou, ainda, que as escolas Dom João Becker, no Jardim Maluche, e Monsenhor Gregório Locks, no Dom Joaquim, colocaram-se à disposição para acolher os estudantes oriundos da João Hassmann.

Áudio polêmico

Num segundo momento, o vereador repudiou os comentários agressivos feitos pelo presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico de Brusque e Região (Sintimmmeb), o ex-vereador José Isaias Vechi (PT), em áudio que circulou em grupos de WhatsApp no último final de semana. Nele, Vechi se referia a pessoas que criticaram no Facebook a cessão do auditório da entidade para a realização da palestra-debate “A luta contra o golpe - A prisão de Lula”, realizada pelo Partido da Causa Operária (PCO).

“Na verdade, o Sintimmmeb agora é diretório do PT. Não tem nem o devido respeito aos associados e aos metalúrgicos que dele fazem parte. Ele [Vechi] deveria de ser uma pessoa imparcial e não colocar suas ideologias em prática dentro de uma associação que não é dele, mas sim dos associados e trabalhadores. Qual é o respeito que ele tem pela comunidade? Qual é a democracia que ele prega e que o PT tanto fala?”. 

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